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Urticária Aquagênica - Alergia à água




Ashleigh Morris, é uma garota australiana de 19 anos que aparentemente seria igual a todos os jovens se não fosse sua doença raríssima. Ashleigh possui uma doença chamada “Urticária Aquagênica“, alergia à água, isso mesmo, a moça possui uma doença de pele que a impede de ter qualquer contato com água.A pobre moça, já deixou até de praticar esportes para não suar, pois se tomar banho seu corpo enche de caroços e feridas acompanhadas de fortes dores.Que coisa horrível gente!! Eu nunca imaginava que alguém, pudesse ter uma alergia dessas, já tinha visto outros tipos de alergias, como a de amendoim, leite, chocolate, corantes e várias outras alimentares.Essa deve ser um incômodo na vida de uma pessoa.

Bom, por isso a moça teve que mudar alguns hábitos que seriam normais para nós, tomar aquela ducha ou aquele banho demoradoou ir na piscina em dias quentes nem pensar! A moça faz sua higiêne rapidamente durando apenas um minuto mais ou menos,quando precisa usar a água, não tendo como deixar de se lavar em alguns momentos; É realmente uma experiência dolorosa tomar banho.E se ela tiver que jogar água em todo seu corpo levará entre duas horas para passar a alérgia.Muito sofrimento né?

Algumas pessoas não acreditam como pode uma pessoa não tomar banho, perguntando para Ashleigh como ela faz para lavar-se.Perguntas como esta deixa a moça encabulada sentindo-se suja, na entrevista ela disse: “Me considero uma pessoa muito limpa!” .

Apesar de sua doença, a moça leva sua vida normal,trabalha e estuda jornalism. Única coisa que a encomoda é não poder passar muito tempo grudadinho com seu namorado em momentos mais íntimos.Pois o suor seria letal.

E o pior é que a doença não tem cura e nem tratamento.

Hermafroditismo

O hermafroditismo é uma anomalia sexual ainda pouco conhecida, configurando um distúrbio morfológico e fisiológico das gônadas sexuais de um indivíduo, que simultaneamente manifesta estrutura tecidual testicular e ovariana.

Por análise do cariótipo é sabido que não se trata de uma síndrome genética (mono ou trissomia halossômica), relacionada aos cromossomos sexuais X ou Y. No entanto, pode estar associado a uma ocorrência de dispermia, havendo fecundação normal (espermatozóide e ovócito de segunda ordem - óvulo) e outra fecundação paralela anômola (espermatozóide e um glóbulo polar – óvulo não diferenciado, em tese, inativo).

Contudo, na maioria dos casos é observada a presença de duas gônadas mistas, denominadas de ovotetis, ou seja, uma fusão do testículo e do ovário, existindo outras duas situações: a primeira onde há desenvolvimento de um testículo e de um ovário, cada qual disposto lateralmente no corpo, contrariando a simetria bilateral normal dos órgãos reprodutores; e a segunda com o desenvolvimento de uma ovotetis de um lado e uma das gônadas (testículo ou ovário) do outro.

A conformação da genitália

A tendência do hermafroditismo é o aparente aspecto externo da genitália masculina, quando coexistentes testículo e ovário. Nas demais situações, com duas ovotetis ou ovotetis e gônada, a genitália possui aspecto feminino.

Naturalmente, os indivíduos portadores dessa anomalia somente revelam o hermafroditismo durante a puberdade, desencadeando transtornos psicossociais quando descoberto.

Dependendo do tipo anatômico aparente, o período de amadurecimento corpóreo, pode devido a estímulos hormonais, iniciar: o processo menstrual, bem como a ginecomastia (crescimento das mamas) em indivíduos criados como se fossem homens; e falha menstrual, crescimento do clitóris e surgimento de pêlos nos indivíduos criados como se fossem mulheres.

Irmãs gêmeas siamesas presas pela cabeça

Irmãs siamesas não pensam em separação e podem formar dupla sertaneja


As irmãs Reba (de vermelho) e Lori Schappell desde que nasceram, há quarenta anos, enfrentam corajosamente as dificuldades causadas pelo fato de terem nascido ligadas pelo crânio. Elas residem na cidade de Reading, no estado americano da Pensilvânia, e foram uma das poucas vozes que se levantaram contra a cirurgia que separou as gêmeas guatemaltecas, que nasceram com problema quase idêntico.

Para Reba e Lori, o risco de morte ou de maiores prejuízos físicos para as duas meninas, ou mesmo para uma delas, torna perigosa demais uma operação dessa natureza. Elas próprias jamais admitiram essa possibilidade para si mesmas.

As irmãs siamesas, que fizeram faculdades diferentes, revezam-se no exercício de profissões diferenciadas. Depois de Reba trabalhar durante seis anos na lavanderia de um hospital, agora chegou a vez de Lori excursionar pelos Estados Unidos, Japão e Alemanha como cantora de música country.

"A independência de minha irmã nunca foi minha prioridade, nem me passou pela nossa cabeça", diz Lori, que espera casar-se e ter filhos.

Reba e Lori têm cérebros separados, mas partilham o mesmo crânio e parte do sistema circulatório cerebral. Reba nasceu com espinha bífida, por isso tem 10 cm a menos de altura que Lori, a qual empurra uma banqueta de rodas para que ambas possam mover-se com mais facilidade.

Reba admite até formar uma espécie de dupla sertaneja com Lori, mas para isso gostaria de mudar seu nome para Dori e se mudar com a irmã para Nashville, no Tennessee.

Lori e Reba não perguntaram aos médicos sobre a expectativa de vida delas, nem pretendem fazê-lo. Mas elas sabem que a morte um dia poderá separá-las, dando chance aos médicos de, enfim, tentarem a separação que elas nunca quiseram.

Progeria




Progeria (do grego geras, "velhice") é uma doença genética da infância extremamente rara, caracterizada por um dramático envelhecimento prematuro. Estima-se que afeta um de cada 8 milhões de recém nascidos.A forma mais severa desta doença é a chamada síndrome de Hutchinson-Gilford nomeada assim em honra de Jonathan Hutchinson, quem foi o primeiro em descrevê-la em 1886 e de Hastings Gilford quem realizou diferentes estudos a respeito de seu desenvolvimento e características em 1904. É uma doença muito rara que afecta cerca de 40 pessoas em todo o mundo.

Características clínicas

* Baixa estatura
* Pele seca e enrugada
* Calvície prematura
* Cabelos brancos na infância
* Olhos proeminentes
* Crânio de grande tamanho
* Veias cranianas sobressalentes
* Ausência de sobrancelhas e pestanas
* Nariz grande e com forma de bico
* Problemas cardíacos
* Peito estreito, com costelas marcadas
* Extremidades finas e esqueléticas
* Estreitamento das artérias coronárias
* Articulações grandes e rígidas
* Manchas na pele semelhantes às da velhice por mau metabolismo da melanina
* Presença de doenças degenerativas como a artrite, próprias da velhice
* Morte natural ocorre até os 20 anos.

A progeria se produz por mutações na lamina A C/as quais geram uma laminação alternativa que leva à produção de uma proteína imatura similar à prelamina A.As células apresentam um núcleo com alterações estruturais (herniações e lóbulos) bem como defeitos na organização da heterocromatina. Molecularmente apresentam um defeito no mecanismo de reparo do DNA como consequência do rompimento da dupla hélice.

Sinestesia


Teclado sinestésico, segundo o compositor Alexander Scriabin

Sinestesia (do grego συναισθησία, συν- (syn-) "união" ou "junção" e -αισθησία (-esthesia) "sensação") é a relação de planos sensoriais diferentes: Por exemplo, o gosto com o cheiro, ou a visão com o olfacto. O termo é usado para descrever uma figura de linguagem e uma série de fenômenos provocados por uma condição neurológica.

Figura de linguagem

Sinestesia é uma figura de estilo ou semântica que relaciona planos sensoriais diferentes. Tal como a metáfora ou a comparação por símile, são relacionadas entidades de universos distintos.

Exemplos de sinestesias:

* Indefiníveis músicas (audição), supremas harmonias de cor (visão) e de perfume (olfato).
* Horas do ocaso, trêmulas, extremas, requiem do Sol que a dor da luz resume.
* "Os carinhos (tato) de Godofredo não tinham mais o gosto (paladar) dos primeiros tempos." (Autran Dourado)
* "O brilho macio do cetim." (visão + tato)
* "O doce afago materno." (paladar + tato)
* "Verde azedo." (visão + paladar)
* "Aroma gritante." (olfato + audição)
* "O delicioso aroma do amor" (Paladar + Olfato)
* "Beleza áspera" (Visão + tato)

Sinestesia - Marcos Conceituais - Alexandre Santos de Oliveira Neste primeiro momento destacamos a existência de uma certa confusão com relação aos termos cinestesia e sinestesia, o primeiro termo refere-se ao sentido muscular, a um conjunto de sensações que nos permite a percepção dos movimentos (Michaelis, 1998); o segundo termo, objeto de nosso estudo neste trabalho, refere-se a uma sensação secundária que acompanha uma percepção, ou seja, uma sensação em um lugar originária de um estímulo proveniente de um estímulo de outro (Michaelis, 1998 e Dorsch, 1976). Portanto, é importante termos em mente que o termo sinestesia empregado neste trabalho não se restringe à percepção do movimento e suas propriedades (peso e posição dos membros), mas engloba um conjunto geral de percepções e sensações interconectadas por processos sensoriais.

Charles Baudelaire (1993) e os partidários de uma ruptura com a estética clássica no período simbolista, no âmbito da história da arte, se constituíram nos precursores de uma nova concepção estética que, mais tarde, romperia as fronteiras do academicismo vigente, incentivando o surgimento de manifestações cada vez mais independentes neste campo. Neste contexto de mudanças observamos que os poetas simbolistas e pré-simbolistas propõem um retorno ao subjetivismo e à sensorialidade em oposição à objetividade científica e ao materialismo e é neste contexto que a sinestesia se configura no conjunto das propostas simbolistas. Baudelaire, segundo Tornitore (1999) defendia, através da Teoria das Correspondências, a existência de uma relação entre os domínios sensórios; para o poeta, certos cheiros estão associados a um certo tipo de verde, anunciando uma expansão no âmbito da sensibilidade onde é possível sentir um cheiro e ao mesmo tempo provar a doçura da música, ou ainda ver uma cor em particular. Em suma, defendia a proposta de que sons, cores e cheiros estão misteriosamente co-relacionados e que esta ligação é intrínseca à natureza das coisas portanto, potencialmente perceptível a todo ser humano e não necessariamente ligada à sensibilidade do “eleito” ou do “amaldiçoado”.

Trata-se de um termo que está presente em diversas áreas de conhecimento, na literatura, por exemplo, Faraco & Moura, (1998) definem a sinestesia como fazendo parte de uma rede semântica de figuras de linguagem muito característica do simbolismo que, enquanto propriedade de um discurso, gera uma associação entre uma sensação e outra sensação, ou uma impressão, ou uma situação; Machado (1967), por sua vez, define etimologicamente o termo como o ato de perceber uma coisa no mesmo tempo que outra, percepção esta evocada por sensações simultâneas. Em Silva (1945) observamos um certo alargamento do conceito visto que aponta para a produção de duas ou mais sensações sob a ação de uma só impressão, segundo o autor, uma das sensações aparece no ponto ou órgão onde atuou a impressão, a(s) outra(s) sensações se manifestam em órgãos afastados. Dorsch (1976) é da mesma opinião quando fala da possibilidade de aparecimento de sensações associadas por um estímulo real.

Tornitore (1999) em sua Teoria da História da Sinestesia declara ainda que Pitágoras, Aristóteles e Newton já identificavam a presença de tal fenômeno no âmbito dos sentidos, contudo é importante observar que, tanto Tornitore, como o pesquisador americano Richard Cytowic (1995) são unânimes em afirmar que o campo de estudos referente à sinestesia só é alargado a partir do desenvolvimento da neurociência e em particular da neuropsicologia, bem como da tomografia computadorizada do cérebro, colocando por terra as idéias vigentes no século XIX que consideravam a sinestesia um monstro, uma anomalia ou ainda um sinal de degeneração da raça humana.

A partir dos trabalhos de Cytowic (1995) e Tornitore (1999) é possível observar basicamente, a existência de duas correntes no campo da sinestesia, uma que defende o seu caráter hereditário e seletivo nos seres humanos e outra que aponta para a idéia de que (...) nós somos todos sinestésicos e que só um punhado das pessoas está conscientemente atento para a natureza holística da percepção (Cytowic, 1995, 5:6) contudo, é importante observar que trata-se de um fenômeno multidimensional e que, segundo o autor, se apresenta em cada ser humano de forma peculiar e diferenciada.

Tendo em vistas as múltiplas interconexões presentes em nosso cérebro descritas por Pierantoni (apud Tornitore, 1999) como um sistema de “anéis dentro de anéis” de tal forma que, assim que um dado sensório entra na rede, compara-se como uma pedra lançada em uma lagoa: as ondulações se espalham formando círculos concêntricos em todos os distritos sensórios ativando outras sensações, declara ainda, juntamente com o psicólogo L.E. Marca (apud Tornitore, 1999) que todos nós temos um painel de comando que interconecta os vários sensos, normalmente adormecidos e que também podem ser reativados artificialmente com certos alucinógenos. Quanto ao caráter seletivo da sinestesia, mencionado acima entendemos, a partir do artigo de Camargo (2002) que pesquisadores tais como o professor Sean Day da Universidade Central de Taiwan (sinesteta desde a infância), tem se preocupado em catalogar modalidades diferentes de sinestesia presentes nas pessoas que já tem consciência de possuírem tal habilidade e as possíveis causas e conseqüências das misturas de sensações.

Outro pesquisador que tem estudado o fenômeno é Baron-Cohen da Universidade de Cambridge na Inglaterra ele estuda a presença da sinestesia na fase neonatal, defendendo a idéia de que o cérebro dos portadores de sinestesia é biologicamente distinto dos demais e que tal habilidade se apresenta nos seres humanos já nos primeiros dias de vida. English (1977), por sua vez em seu Dicionário de Psicologia também sinaliza para o fato de que a sinestesia é uma condição encontrada em alguns indivíduos, onde a percepção de certo tipo de objeto é associada com imagens particulares de outra modalidade sensorial.

Entretanto, é possível observar que se trata de um campo de estudos relativamente jovem no qual o avançar das pesquisas poderá nos dar vislumbres mais claros destas dimensões, proporcionando uma melhor compreensão acerca da unicidade do ser humano. Outrossim, ressaltamos a importância de compreensão, mesmo que parcial, do fenômeno como recurso metodológico no interior da prática educativa, tendo em vista que, juntamente com Tornitore (1999), nos contrapomos à idéia de que a capacidade sinestésica esta restrita a um grupo específico de pessoas, pois, conforme vimos anteriormente, nem todos atentaram ainda para a existência de tal capacidade, o que desmistifica a premissa de que a sinestesia seja inerente à categoria dos chamados “artistas”. Acerca desta questão Cytowic (1995) declara que tal associação mais se assemelha a um preconceito infundado do que a uma premissa com embasamento sólido . Tornitore (1999) declara ainda que, em função da importância que os sentidos tem na vida humana, é fácil imaginar que não apenas a arte, mas todas as ciências (humanas, exatas, biológicas) são concebidas por meio de processos sinestésicos, retomando aqui as concepções de Morin no que se refere às relações entre o todo e as partes constituintes, ao tratar das questões ligadas à complexidade biológica declara: (...) a complexidade começa logo que há sistema, isto é, inter-relações de elementos diversos numa unidade que se torna complexa (una e múltipla). A complexidade sistêmica manifesta-se, sobretudo, no fato de que o todo possui qualidades e propriedades que não se encontram no nível das partes, consideradas isoladas e inversamente, no fato de que as partes possuem qualidades e propriedades que desaparecem sob o efeito das coações organizacionais do sistema. (Morin, 2000 p. 291).

O que nos leva a entender que o ser humano envolto na complexidade não pode ser considerado em partes estanques e dissociadas e que a capacidade sinestésica encontra-se envolta no processo de inter-relações mencionado pelo autor.

Sirenomelia - Síndrome da Sereia

A sirenomelia (ou síndrome da sereia) é uma doença rara que resulta de uma malformação nas pernas, que se mostram unidas por uma membrana, como uma cauda de peixe.

É chocante como esse tipo de doença pode existir. É como se você nascesse com as pernas juntas, sem poder separá-las, pelo resto da vida.

Síndrome de Down

Síndrome de Down ou trissomia do cromossomo 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente.

Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.

Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apnéia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.

A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais. Não é uma doença e, portanto, as pessoas com síndrome de Down não são doentes. Não é correto dizer que uma pessoa sofre de, é vítima de, padece ou é acometida por síndrome de Down. O correto seria dizer que a pessoa tem ou nasceu com síndrome de Down. A síndrome de Down também não é contagiosa.




Garoto com síndrome de Down usando uma furadeira elétrica.

Síndrome de Asperger

A chamada síndrome de Asperger, transtorno de Asperger ou desordem de Asperger (código CIE-9-MC: 299.8), é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo,porém as vezes pode coexistir com outras patologias, tais como Síndrome de Tourette, hiperlexia, TDAH, Síndrome do X frágil. É mais comum no sexo masculino[1]. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. Há indivíduos com Asperger que se tornaram professores universitários (como Vernon Smith, "Prémio Nobel" da Economia de 2002). No entanto, vários estudos indicam que a maioria dos portadores da síndrome dificilmente conseguem arranjar emprego e viver de forma autõnoma (p.ex., no Reino Unido, estima-se que apenas 12% terá emprego a tempo inteiro[2]

O termo "síndrome de Asperger" foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, na sua quarta edição, em 1994 (DSM-IV).

Alguns sintomas desta síndrome são: dificuldade de interação social, falta de empatia, interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou alto.

Alguns estudiosos afirmam que grandes personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger[3][4][5], como os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o compositor Mozart, os filósofos Sócrates e Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o enxadrista Bobby Fischer, além de autores de diversas obras literárias, como no caso de Mark Haddon.



Criança estudando estrutura molecular: portadores de Asperger em geral têm interesses específicos e intensos.

Vitiligo

Vitiligo é uma doença não-contagiosa em que ocorre a perda da pigmentação natural da pele. Sua etiologia ainda não é bem compreendida, embora o fator autoimune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença. Patologicamente, o vitiligo se caracteriza pela redução no número ou função dos melanócitos, células localizadas na epiderme responsáveis pela produção do pigmento cutâneo - a melanina. A doença pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em duas faixas etárias: 10-15 anos e 20-40 anos.

Síndrome de Proteus

Joseph Carey Merrick (Leicester, Inglaterra, 5 de agosto de 1862 — Londres, 11 de abril, 1890), também conhecido como "O Homem Elefante", se tornou famoso devido as terríveis deformações que sofrera desde os dezoito meses de idade. Apesar de sua enfermidade sobressaiu por seu caráter doce e educado, também por uma inteligencia superior a média que só pode demonstrar em seus últimos dias. Não se sabe com absoluta certeza, mas suspeita-se que Joseph Merrick sofria de uma variação severa da síndrome de Proteus, do qual seria o caso mais grave conhecido até o momento. Joseph Merick morreu quando, exageradamente, sua síndrome de Proteus fez crescer demasiadamente seu crânio, esmagando seu cérebro.


Joseph Merrick.

F.O.P - Fibrodisplasia Ossificante Progressiva

Introdução

FOP skeleton
A.B. Shafritz et al., New Eng. J. Med.
1996, Massachusetts Medical Society.

O esqueleto de Harry Eastlack, um
homem com FOP, dos acervos do
Mütter Museum, Universidade
de Medicina da Filadélfia

É provável que você não pense em seus ossos com muita freqüência a menos que quebre um deles. Quando você quebra um osso, ele se cura e começa a crescer de novo. Mas, e se seus músculos, tendões e ligamentos se transformassem em ossos? E se seu corpo formasse um segundo esqueleto por cima daquele que você já tem? Isso é o que acontece na fibrodisplasia ossificante progressiva, ou FOP. O esqueleto de uma pessoa com FOP não se parece com aqueles que você vê no dia das bruxas ou em salas de anatomia. Em vez de ter vários ossos ligados uns aos outros e com juntas funcionais, os ossos do esqueleto de uma pessoa com FOP se unem, basicamente formando um segundo esqueleto com os tendões, ligamentos e músculos -- uma verdadeira metamorfose. O esqueleto vira quase uma peça sólida, e placas de ossos aparecem onde não deveriam existir.O sinal mais comum da FOP pode ser identificado no nascimento: dedões dos pés malformados. Os médicos não sabem extamente por que isso acontece. Esse sinal simplesmente aparece como um indicador inicial da FOP. Além dos dedões dos pés malformados, outros sinais iniciais da FOP geralmente aparecem nas primeiras duas décadas de vida. Um dia, um grande inchaço de repente começa a se formar no corpo de uma criança, geralmente no pescoço ou nas costas. Ele pode aparecer rapidamente, muitas vezes de um dia para o outro, e cresce bem mais rápido do que a maioria dos tumores. É quente, vermelho e dolorido. A primeira reação de uma pessoa muitas vezes é pensar que deve ser algum tipo de tumor, e se for câncer? Depois que o inchaço pára de doer, porém, acaba diminuindo e se transforma em osso - um osso normal, mas que se forma no lugar errado - em um lugar onde o corpo não precisa de um osso e nem o quer.Esses inchaços se chamam surtos, e eles aparecem durante a vida inteira de uma pessoa com FOP. Os médicos nem sempre sabem ao certo o que os causa, mas sabem que qualquer tipo de lesão, até mesmo uma pequena, pode causar um surto. Para uma pessoa com FOP, uma queda não é apenas uma queda, e as típicas batidas e contusões do dia-a-dia são uma grande ameaça para sua mobilidade e independência. Se uma pessoa com FOP bate o cotovelo ou joelho, um osso pode começar a crescer nesse lugar e impedir o movimento do braço ou da perna. Em pacientes com FOP, a formação de ossos extras quase sempre começa no pescoço, na espinha dorsal e nos ombros. Só depois começa a atacar as outras juntas. Com o tempo, é provável que pessoas com FOP percam a maior parte da mobilidade. As juntas ficam travadas e os ossos podem girar para posições estranhas. Algumas pessoas com FOP desenvolvem escoliose, e a coluna vertebral delas gira. Muitas vezes, a mandíbula se junta espontaneamente ou por causa de uma injeção para tratamento dentário, o que transforma comer e escovar os dentes tarefas extremamente difíceis. O esqueleto ficará travado em uma posição, e uma pessoa com FOP permanecerá nessa posição pelo resto de sua vida. Qualquer tentativa de remover o osso extra heterotópico apenas resulta na formação de mais ossos. Sabe-se que apenas 700 pessoas no mundo inteiro têm FOP, o que torna essa doença extremamente rara.

SMA - Síndrome da Mão Alienígena

Você faz algo com a mão direita. Qualquer coisa. A mão esquerda fará exatamente o oposto.E para sempre.